O varejo foi um dos setores mais atingidos pela crise econômica provocada pelo novo coronavírus, com isso, os proprietários se viram no meio de uma situação inédita para grande parte da classe. Vender sem o contato físico com o cliente.
A pandemia trouxe para a realidade do mundo um avanço tecnológico que acabou interferindo em todas as esferas da economia. E o consumidor, vem mostrando que está se adaptando muito bem a essas alterações.
O comércio eletrônico já existe a muito tempo e vem crescendo gradativamente a cada ano que passa, porém, neste ano de 2020, ele acabou se destacando e tornou-se a única opção por diversos momentos. Segundo pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), a crise do Covid fez com que a transformação digital se tornasse prioridade em grande parte do varejo nacional.
Os números mostram que neste período os brasileiros passaram a usar os meios digitais como hábito de compras e pagamentos, e que pretendem continuar após a pandemia. De acordo com a pesquisa, 52% das pessoas compraram mais em sites e aplicativos durante a quarentena do que em 2019, e 70% pretendem continuar usando os e-commerce mais do que usavam antes.
É a vez das empresas
Sabendo-se que o cliente está satisfeito com esse novo modelo de consumo, agora é o momento de as empresas buscarem se adaptar a esse sistema. As grandes varejistas do país, que já tem um e-commerce eficiente, acabam tendo muito mais facilidade às mudanças por conhecerem o comércio online. Porém, empresas de todos os portes precisarão passar por essas integrações para poderem continuar ativas.
A questão de sobrevivência econômica obrigará todo o varejo migrar para o ambiente online, e quanto antes isso acontecer maior a chance de sucesso.
Diversas empresas de tecnologia atuam hoje para auxiliar nessa conexão entre físico e o virtual. Em apenas 15 minutos, por exemplo, é possível montar um loja e começar a vender através do site ou do instagram com a plataforma Bagy, um sistema de criação de e-commerce.

Plataformas de atendimento virtual também, como o Atendo, aproximam clientes e empresários através de um sistema de atendimento completo, com ferramentas de criação de formulários, transferência para outros atendentes, além da possibilidade de a empresa atender através de chat, voz ou vídeo.
Junto com as inovações que o varejo está tendo que se adequar, grandes startups estão surgindo para facilitar esse processo. Softwares e plataformas que ligam o varejo ao cliente, estão cada vez mais próximos dos empresários em termos de custos e de usabilidade. Atualmente é muito tranquilo chegar ao cliente de forma virtual, basta que as empresas entendam o quanto isso é necessário para sua evolução.
O foco agora é que o varejo tome o mesmo rumo que os consumidores já estão tomando. A grande demanda de compras online certamente prova que o cliente tem se adaptado muito bem a esse novo modelo de comércio. Resta então aos empresários que ainda não estão conectados, trabalharem para implantar essa transformação digital no seu negócio. Nem sempre é um processo fácil e rápido, porém será necessário para poder se enquadrar na nova realidade de consumo.
